segunda-feira, 11 de maio de 2015

HOMENAGEM AS MÃES!


E o fim de semana foi repleto de homenagem as mães na Paróquia do Santíssimo. No sábado a tarde os jovens da crisma fizeram um belo momento com suas mães no salão paroquial. Teve palestra e apresentações dos distritos em homenagem as mamães, no final, foi partilhado um lanche entre todos. E já no domingo, a missa era de responsabilidade dos jovens crismandos, que fizeram uma bonita homenagem com um canto. 
Acompanhe nas imagens!








domingo, 10 de maio de 2015

sexta-feira, 8 de maio de 2015

PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO INFORMA:


Até o dia 15 de MAIO, estaremos entregando as fichas para a preparação de pais e padrinhos. Estas fichas devem ser preenchidas e entregues no dia 07 de JUNHO, na missa, às 8h da manhã.
Os encontros acontecerão nos dias 16, 18, 24 e 25 de junho. As 19h15. 
O Batismo será no dia 12 de JULHO.
As vagas são limitadas!

Passe na nossa secretaria: Paróquia São Sebastião: 
Telefones: 3522-1806 e 99122-6268

Endereço: Av. Nazaré, 131
Horário de Expediente da secretaria: Segunda a Sexta das 08h às 12h - 14h às 17h

ESPAÇO DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES, CALÇADAS E ACESSIBILIDADE.

ARTIGO: CRISTINA NASCIMENTO.
A Associação Comunitária de São Sebastião e Centro foi criada para reivindicar melhorias na qualidade de vida dos moradores que residem na área geográfica dos bairros Centro e São Sebastião. Na gestão passada e na atual, várias foram as demandas solicitadas aos administradores, na área de infraestrutura, meio ambiente e saúde, mas, infelizmente, não é dada a devida atenção aos clamores dos moradores, que vivem descrentes com o poder público. Essa ausência do Poder Público é ainda mais nítida, principalmente, nos bairros da periferia de nossa cidade. 
A partir do mês de Abril, já estamos colocando no informativo e nas redes sociais, as demandas de conhecimento e já discutidas com as autoridades competentes, em reunião da assembleia da associação, no dia 24 de abril de 2014. Neste artigo falaremos da solicitação de serviços de calçamento no bairro: detectamos vários pontos onde há a inexistência de calçadas ou a sua obstrução para o uso do pedestre como: Av. Curuá-Una entre Marechal e Mendonça Furtado; Av. Rui Barbosa entre Pedro Teixeira e Av. Nazaré; Rua Rosa Passos entre Marechal e Presidente Vargas; Rua dos Artistas entre Pedro Teixeira e Mendonça Furtado; Trav. 15 de Novembro entre Rui Barbosa e São Sebastião; Av. Rui Barbosa entre Francisco Corrêa e 15 de Novembro; Trav. Francisco Corrêa entre Galdino e Rui Barbosa. 
Outro problema em relação às calçadas diz respeito à acessibilidade, visto que as calçadas mais antigas não permitem o devido acesso aos cadeirantes e idosos, com pisos desiguais, degraus, inclinações inadequadas, colocando em risco a vida dessas pessoas, que para se locomoverem são obrigadas a disputarem espaço com os veículos na via pública. 
As palavras de Paulo Grossi, engenheiro e especialista da área de infraestrutura da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) resume tudo: “Acredito que todos os equipamentos urbanos possam coexistir, desde que haja planejamento e os pedestres tenham prioridade. Hoje, as calçadas são inseguras, não oferecem conforto aos pedestres e não garantem o direito básico dos cidadãos, que é de ir e vir com independência e segurança, principalmente portadores de deficiência e idosos”. Direito previsto na Constituição Brasileira e no Código de Postura do Munícipio, art. 91, inciso I, título IV, capítulo I.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A Saúde e seus entraves!

ARTIGO: SERVITO BATISTA.
A saúde pública no Brasil ao longo dos anos não teve a devida atenção. Tem passado por muitas dificuldades não de recursos, mas de gestão. Em Santarém tem sido igual os governos, vêm e vão e não muda muita coisa. Algumas ações são realizadas, mas não atende a demanda da população. No bairro do Santíssimo existe uma Unidade de Saúde Santíssimo/Prainha que foi inaugurada em 02 de abril de 2012, foi uma conquista dos moradores, agentes de saúde e da Associação de Moradores, que nas conferências de saúde sempre lutavam para que o desejo de uma unidade de saúde no bairro fosse realidade. Infelizmente nesses três anos de existência a unidade tem passado por muitas dificuldades: falta de médico, material de limpeza, atendente, falta de medicamento, as referências não são atendidas, falta de luminárias, ar condicionado, bebedouro, a fossa está quebrada, os banheiros interditados, realmente a estrutura física do prédio onde funciona a unidade precisa melhorar e muito. É um belo espaço, amplo, o prédio foi construído a menos de cinco anos, porém a má gestão na saúde em Santarém tem levado as unidades de saúde da cidade à situação de calamidade. A Associação de Moradores reuniu com a representante da Secretaria Municipal de Saúde no dia 23 de abril para reivindicar as melhorias necessárias para o bom funcionamento da unidade, a representante da SEMSA, ouviu os clamores e se comprometeu dar uma resposta em 30 dias. Vamos aguardar, esperamos que seja uma resposta positiva. Com certeza não será atendido às reivindicações em sua totalidade, mas pelo menos o necessário para o bom funcionamento da unidade. Pois a saúde é um direito social – Art. 6º da Constituição Federal.


terça-feira, 5 de maio de 2015

MARIA MODELO DE VIDA COMUNITÁRIA

ARTIGO FREI GREGÓRIO JOERIGHT, OFM.
Falamos muito hoje sobre os grandes desafios enfrentados na sociedade atual. Para o cristão, dar testemunho de amor, perdão, justiça e honestidade é uma tarefa muito difícil, especialmente quando deparamos, ao nosso redor, com exatamente o contrário: o individualismo, a ganância, a vingança, a corrupção e a corrida de acumular cada vez mais riquezas.
Este tempo pascal é o tempo forte de refletir sobre o compromisso assumido pelo batismo e da vivência em comunidade. Ouvimos e refletimos na liturgia sobre a vida e a caminhada da primeira Comunidade Cristã no livro de Atos dos Apóstolos e como “a multidão dos fieis era um só coração e uma só alma”. Também no início da Igreja, havia muitos desafios não só para anunciar a mensagem da morte e ressurreição de Jesus mas também para testemunhar uma pratica diferente em conseqüência da fé em Jesus. Mas os apóstolos continuaram firmes neste compromisso mesmo diante da perseguição, pois “É preciso obedecer a Deus antes que aos homens” (At 5, 29). 
E é justamente na comunidade, onde se compromete com a prática de fraternidade, que podemos olhar para Maria, Mãe da Igreja. O papel de Maria na Igreja é inseparável de sua união com seu Filho, Jesus, união que se manifesta em todos os momentos da sua vida, desde o nascimento até a morte e ressurreição de Jesus, e ainda na sua presença entre os apóstolos no dia de Pentecostes. Se há uma identificação perfeita entre o Cristo e a Igreja, podemos também dizer que a Mãe de Jesus é a Mãe da Igreja.
Com certeza é por isso que na Igreja em todos os tempos, o amor a Maria plenifica o coração dos cristãos. De quantas Igrejas ela é padroeira! Quantos países lhe são consagrados! Quantas “Marias” existem em toda a terra, porque a largueza de seu coração acolhe não apenas o povo de Deus, mas a humanidade toda por quem Jesus deu o seu sangue. 
Que neste mês de maio, o mês dedicado a Maria, possamos nos despertar para uma vivência verdadeiramente cristã, seguindo o exemplo de nossa Mãe e a Mãe da Igreja. Exemplo que nos dá a força para que sejamos capazes de enfrentar os desafios de hoje na vivencia comunitária. Como Maria acompanhou a primeira comunidade dos cristãos como Mãe, que hoje, pela sua intercessão, as nossas comunidades sejam verdadeiros sinais da presença de Jesus no meio de toda a humanidade.

terça-feira, 28 de abril de 2015

NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO NACIONAL.

"Entre vós não deve ser assim” (Mc 10,43).
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida em sua 53ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, no período de 15 a 24 de abril de 2015, avaliou, com apreensão, a realidade brasileira, marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País. Desta avaliação nasce nossa palavra de pastores convictos de que "ninguém pode exigir de nós que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos” (EG, 183).
O momento não é de acirrar ânimos, nem de assumir posições revanchistas ou de ódio que desconsiderem a política como defesa e promoção do bem comum. Os três poderes da República, com a autonomia que lhes é própria, têm o dever irrenunciável do diálogo aberto, franco, verdadeiro, na busca de uma solução que devolva aos brasileiros a certeza de superação da crise.

A retomada de crescimento do País, uma das condições para vencer a crise, precisa ser feita sem trazer prejuízo à população, aos trabalhadores e, principalmente, aos mais pobres. Projetos, como os que são implantados na Amazônia, afrontam sua população, por não ouvi-la e por favorecer o desmatamento e a degradação do meio ambiente.
A lei que permite a terceirização do trabalho, em tramitação no Congresso Nacional, não pode, em hipótese alguma, restringir os direitos dos trabalhadores. É inadmissível que a preservação dos direitos sociais venha a ser sacrificada para justificar a superação da crise.
A corrupção, praga da sociedade e pecado grave que brada aos céus (cf. Papa Francisco – O Rosto da Misericórdia, n. 19), está presente tanto em órgãos públicos quanto em instituições da sociedade. Combatê-la, de modo eficaz, com a consequente punição de corrompidos e corruptores, é dever do Estado. É imperativo recuperar uma cultura que prima pelos valores da honestidade e da retidão. Só assim se restaurará a justiça e se plantará, novamente, no coração do povo, a esperança de novos tempos, calcados na ética.
A credibilidade política, perdida por causa da corrupção e da prática interesseira com que grande parte dos políticos exerce seu mandato, não pode ser recuperada ao preço da aprovação de leis que retiram direitos dos mais vulneráveis. Lamentamos que no Congresso se formem bancadas que reforçem o corporativismo para defender interesses de segmentos que se opõem aos direitos e conquistas sociais já adquiridos pelos mais pobres.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215/2000, por exemplo, é uma afronta à luta histórica dos povos indígenas que até hoje não receberam reparação das injustiças que sofreram desde a colonização do Brasil. Se o prazo estabelecido pela Constituição de 1988 tivesse sido cumprido pelo Governo Federal, todas as terras indígenas já teriam sido reconhecidas, demarcadas e homologadas. E, assim, não estaríamos assistindo aos constantes conflitos e mortes de indígenas.
A PEC 171/1993, que propõe a redução da maioridade penal para 16 anos, já aprovada pela Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça da Câmara, também é um equívoco que precisa ser desfeito. A redução da maioridade penal não é solução para a violência que grassa no Brasil e reforça a política de encarceramento num país que já tem a quarta população carcerária do mundo. Investir em educação de qualidade e em políticas públicas para a juventude e para a família é meio eficaz para preservar os adolescentes da delinquência e da violência.
O Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor há 25 anos, responsabiliza o adolescente, a partir dos 12 anos, por qualquer ato contra a lei, aplicando-lhe as medidas socioeducativas. Não procede, portanto, a alegada impunidade para adolescentes infratores. Onde essas medidas são corretamente aplicadas, o índice de reincidência do adolescente infrator é muito baixo. Ao invés de aprovarem a redução da maioridade penal, os parlamentares deveriam criar mecanismos que responsabilizem os gestores por não aparelharem seu governo para a correta aplicação das medidas socioeducativas.
O Projeto de Lei 3722/2012, que altera o Estatuto do Desarmamento, é outra matéria que vai na contramão da segurança e do combate à violência. A arma dá a falsa sensação de segurança e de proteção. Não podemos cair na ilusão de que, facilitando o acesso da população à posse de armas, combateremos a violência. A indústria das armas está a serviço de um vigoroso poder econômico que não pode ser alimentado à custa da vida das pessoas. Dizer não a esse poder econômico é dever ético dos responsáveis pela preservação do Estatuto do Desarmamento.
Muitas destas e de outras matérias que incidem diretamente na vida do povo têm, entre seus caminhos de solução, uma Reforma Política que atinja as entranhas do sistema político brasileiro. Apartidária, a proposta da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, da qual a CNBB é signatária, se coloca nessa direção.
Urge, além disso, resgatar a ética pública que diz respeito "à responsabilização do cidadão, dos grupos ou instituições da sociedade pelo bem comum” (CNBB – Doc. 50, n. 129). Para tanto, "como pastores, reafirmamos ‘Cristo, medida de nossa conduta moral’ e sentido pleno de nossa vida” (Doc. 50 da CNBB, Anexo – p. 30).
Que o povo brasileiro, neste Ano da Paz e sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, supere esse momento difícil e persevere no caminho da justiça e da paz.
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice Presidente da CNBB
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB