quinta-feira, 8 de outubro de 2015

MUTIRÃO DE LIMPEZA EM EMAÚS


No dia 24/10, realizaremos um mutirão em Emaús. Todos estão convidados a participar. Traga o seu dom e a força de vontade e vamos juntos realizar essa atividade com vistas em melhorar o nosso tão querido centro de formação Emaús! Colabore! Divulgue para quantas pessoas puder! Como diz a letra da canção: "Neste pão te oferecemos os mutirões que fazemos, a partilha e a doação. Neste vinho a alegria, que floresce cada dia, dentro de nossa união." Vamos juntos ofertar nosso tempo e serviço! 
Você que deseja contribuir entre em contato pelo número: 99113-7733 - Guilherme - (ligação, mensagem ou whatsapp).

VISITA DA IMAGEM PEREGRINA

Nesta quinta-feira dia 08/10, a comunidade do Santíssimo Sacramento receberá a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora da Conceição. Venha participar conosco deste momento de fé em preparação ao Círio de Conceição. Será na Igreja do Santíssimo a partir das 19h .



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2016


O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade Ecumênica  (CFE) de 2016,  que será realizada em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o objetivo de debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos. 
O tema escolhido para a reflexão é “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24). A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si”. 
“Nesse tema e lema, duas dimensões básicas para a subsistência da vida são abarcadas a um só tempo: o cuidado com a criação e a luta pela justiça, sobretudo dos países pobres e vulneráveis. Nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, queremos instaurar processos de diálogos que contribuam para a reflexão crítica dos modelos de desenvolvimento que têm orientado a política e a economia”, explica a coordenação geral, representada pelo bispo da Igreja Anglicana e presidente do Conic, dom Flávio Irala, e a secretária-geral, pastora Romi Márcia Bencke. 
Ainda, na apresentação do texto-base, a organização diz que a reflexão da CEF 2016 será “a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que é a fragilidade e, em alguns lugares, a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso país”. 
O texto-base está organizado em cinco partes, a partir do método ver, julgar e agir. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2016. 
Campanha cruza fronteiras
Uma das novidades da Campanha é a parceria com a Misereor - entidade episcopal da Igreja Católica da Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina. 
Desde 1958, a Misereor contribui para fortalecer a voz dos povos do Sul, que lutam e buscam caminhos que possam conduzir ao bem-viver dos homens e mulheres. A CFE está em sintonia, também, com o Conselho Mundial das Igrejas e com o papa Francisco. 
Integram a Comissão da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (Ceseep), Visão Mundial, Aliança de Batistas do Brasil, Diretoria do Conic, Misereor. 

Objetivo geral:
Assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.
Objetivos específicos:
1 – Unir as igrejas, diferentes expressões religiosas e pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico;
2 – Estimular o conhecimento da realidade local em relação aos serviços de saneamento básico;
3 – Incentivar o consumo responsável dos dons da natureza, principalmente da água;
4 – Apoiar e incentivar os municípios para que elaborem e executem o seu Plano de Saneamento Básico;
5 – Acompanhar a elaboração e a excussão dos Planos Municipais de Saneamento Básico;
6 – Desenvolver a consciência de que políticas públicas na área de saneamento básico apenas tomar-se-ão realidade pelo trabalho e esforço em conjunto;
7 – Denunciar a privatização dos serviços de saneamento básico, pois eles devem ser política pública como obrigação do Estado;
8 – Desenvolver a compreensão da relação entre ecumenismo, fidelidade à proposta cristã e envolvimento com as necessidades humanas básicas.
CNBB com informações do Conic

ENCONTRO CEB´S

Na noite desta terça-feira (06/10), no Centro Paroquial e São Sebastião, aconteceu um encontro com os animadores de Ceb e mais três representantes das ceb´s da Área. A reflexão partiu do documento nº 100 da CNBB "Comunidade de Comunidades: Uma nova Paróquia", e foi conduzida por Teca, da equipe diocesana das Ceb´s. Após a reflexão do texto, foi apresentado o Projeto para Ceb´s da Área São Sebastião-Santíssimo. O projeto tem o Título: "Criação, Animação e Revitalização de comunidades" e tem por objetivo: "Criar, animar e revitalizar as comunidades geográficas e ambientais na Área do São Sebastião-Santíssimo, como sinais concretos da Igreja povo de Deus, incentivando redes de comunidades. E consta de três atividades: 1 - Campanha Vocacional para novas lideranças; 2 - Formação para animadores de comunidades; 3- Criação de Núcleos de fé juvenil.  O encontro de ontem foi o primeiro passo na direção de concretizar nosso projeto, rumo ao Reino de Deus e do povo. 




sábado, 3 de outubro de 2015

27º DOMINGO Tempo Comum

Cor: Verde
1ª Leitura - Gn 2,18-24
Salmo - Sl 127,1-2.3.4-5.6 (R. cf. 5)
2ª Leitura - Hb 2,9-11
Evangelho - Mc 10,2-16
São Francisco de Assis, o padroeiro desta paróquia de Monte Alegre, é um santo muito popular em todo o Brasil e também o santo inspirador para o nosso papa Francisco, tanto no seu pontificado como também na sua Encíclica: “Laudato Si sobre o cuidado da Casa comum”. Quando falamos de Francisco de Assis, também lembramos de Santa Clara, considerada a “plantinha espiritual” de São Francisco. Não só Clara de nome, mas também Clara por sua vida e claríssima em suas virtudes. Tanto Francisco como Clara eram apaixonados por uma causa: a vivência do Evangelho e o seguimento de Jesus na simplicidade e minoridade.

Francisco e Clara, unidos no mesmo projeto, também tinham um desejo de compartilhar a experiência do amor de Deus em suas vidas. Clara, então, convidou Francisco para um jantar e Francisco aceitou o convite conforme a caridade divina. Foi combinado a fazer a refeição em Santa Maria dos Anjos, o lugar onde Clara iniciou a sua caminhada de consagrada e esposa de Cristo. Francisco mandou pôr a mesa sobre a terra nua e, depois, os companheiros de Francisco e as irmãs Clarissas sentaram-se à mesa para tomar a refeição. Francisco iniciou falando do amor de Deus de uma maneira tão suave e clara que todos levantavam as mãos e os olhos e ficaram envolvidos na graça de Deus e no fogo do Espirito Santo. De tal maneira que todos os habitantes de Assis viram que o convento e toda a selva ao redor ardiam, que parecia um grande incêndio. Foram correndo e chegando ao convento não viram nenhum fogo mas somente Francisco e Clara sentados ao redor da sua humilde mesa e envolvidos na luz de Deus. Compreenderam que o fogo que tinha visto significava o fogo do amor divino que ardia nos corações de Francisco e Clara.
Nosso papa Francisco também fala deste amor de Deus e do fogo do Espirito quando lembra que a criação só pode ser concebido como um dom que vem das mãos abertas do Pai de todos nós, como uma realidade iluminada pelo amor que nos chama a uma comunhão universal.
Neste mesmo sentido, podemos lembrar da primeira leitura de hoje que fala sobre a criação do homem e da mulher e a missão que receberam das mãos de Deus para serem colaboradores no cultivo do jardim ou no cuidado com a natureza. São companheiros e extensão um do outro para revelar o plano de Deus para com toda a criação.
Jesus retoma este projeto no evangelho quando lembra que a dureza do coração permitia que o homem fizesse uma certidão de divórcio que mostrava a dominação do homem sobre a mulher, criando a desigualdade entre ele e ela. Para Jesus o caminho é outro: é necessário superar os interesses particulares e a dominação das pessoas para descobrir o verdadeiro caminho do amor que significa vida digna sem exclusões.
Do mesmo jeito, a dominação do homem e da mulher sobre a natureza não pode ser para os interesses particulares ou para o benefício de alguns e a exclusão de muitos. O papa Francisco lembra que temos dois caminhos na história da humanidade: o caminho de libertação e engrandecimento da vida através do amor e da solidariedade com toda a criação ou o percurso do egoísmo e da mútua destruição. A crueldade contra a natureza é a crueldade contra a pessoa humana. Nós como cristãos devemos lembrar que cuidar da natureza e das criaturas é sobretudo proteger o homem e a mulher da destruição de si mesmo.
Foi na casa que Jesus acolheu a criança, dando prioridade para elas sobre as atitudes insensatas dos adultos. A terra é a nossa casa comum e é preciso cuidar dela como cuidamos de uma criança, dando prioridade sobre as atitudes insensatas da destruição por causa do egoísmo e da ganancia. Na sua prática, Jesus nos ensina uma grande lição, pois acolher uma criança é acolher Jesus e acolher Jesus é acolher o plano do amor de Deus para com toda a criação. Francisco e Clara compreenderam este mistério e por isso a luz divina e o fogo do Espirito ardia no coração e iluminava a vida de todos. Que o amor divino e o fogo do Espirito possa iluminar todos nós, homens e mulheres, para que na nossa casa comum, possamos entrar em sintonia com a criação como dom das mãos de Deus e entender que o amor de Deus é a razão fundamental de toda a criação. 
Frei Gregório Joeright, ofm

REFLEXÃO (FESTA DE SÃO FRANCISCO)

As leituras são: Gl 6, 14-17 e Mt 11, 25-3
FESTA DE SÃO FRANCISCO – 2015

“Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelastes aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado”.
Estas são as palavras de Jesus no evangelho de hoje. Podemos perguntar: o que Deus escondeu e porque escondeu dos sábios e inteligentes?
Para responder podemos olhar para a vida de São Francisco. Era o outono de 1225, um ano depois que São Francisco tinha recebido os estigmas de Nosso Senhor Jesus. As marcas de Jesus crucificado atormentavam o corpo de Francisco, mas ele não se importavam com tais sofrimentos, pois ele queria fazer das palavras de São Paulo, as palavras dele: “Quanto a mim, que me glorie somente da cruz do nosso Senhor, Jesus Cristo... eu trago no meu corpo as marcas de Jesus” (Gl “6, 14-17). Para viver na altura do evangelho, Francisco queria retomar as suas origens e se retirou para a pequena capela de São Damião, do mesmo lugar onde ele escutou a voz de Cristo do alto da cruz: “Francisco restaura a minha Igreja”. Lá ele ficou sozinho, deitado no chão, numa pequena cabana de palha. Ele estava quase cego, enfraquecido pelo estigmas e não podia dormir porque a noite, os ratos passava por cima do corpo dele. No meio a tanto sofrimento, Francisco deixou um cântico do amor a Deus, a toda a humanidade e a toda a criação. Era o cântico do Irmão Sol.
Neste cântico Francisco trata toda a criação como uma grande família. “Louvado sejas, meu Senhor, com todas as tuas criaturas”. Ele lembra que toda a criação é irmão e irmã. Irmão sol com a sua luz, irmã lua e as irmãs estelas que clareiam a noite. Irmão vento, irmã agua, irmão fogo e irmã terra que sustentam a vida e dão força para todas as criaturas. Não só isso, Francisco lembra a importância do perdão entre as pessoas e os que sofrem tribulações por causa do amor. Para Francisco é o perdão que traz a paz, a paz que deve existir entre todas as pessoas como irmãos e irmãs, formando a grande família de Deus. A família para Francisco não era somente mãe, pai e irmãos, mas todas as pessoas e toda a criação. Tudo era interligado, todos unidos no amor e na preocupação e compromisso diante dos problemas da sociedade.
Com certeza esta atitude de São Francisco nos ajuda na reflexão sobre a nossa casa comum e o cuidado com toda a criação. Quando falamos da criação, falamos mais que a natureza, falamos também do projeto de amor de Deus, onde cada criatura tem um valor e um significado. E hoje nossa reflexão focaliza a fauna, que significa um conjunto de animais que habitam uma determinada região. Nesta região da Amazônia, na fauna, podemos ver os sinais da criação como dom nas mãos de Deus e, que o amor de Deus, é a razão fundamental de toda criação.
Assim descobrimos o sentido das palavras do evangelho que Deus escondeu estas coisas aos sábios e inteligentes e as revelou aos pequenos. É preciso lembrar que os seres vivos não devem ser considerados unicamente como objeto de lucro e interesses pessoais. Pelo contrário podemos viver um ideal proposto por Jesus e seguido por Francisco de Assis. Este ideal é a harmonia, a justiça, a fraternidade e paz como expressão da nossa fé e do amor que Deus manifestou em toda a criação. Assim, só os pequenos podem descobrir que toda a natureza é lugar da presença de Deus e em toda criatura habita o seu Espirito que nos chama a uma fraternidade universal. Quando entendemos isto, descobrimos as verdades de Jesus e somos chamados a viver “virtudes ecológicas”. Estas virtudes podem ser vividos a partir do momento em que compreendemos que os atuais desafios em relação à nossa casa comum exigem um comprometimento de um número cada vez maior de pessoas na busca de viver esta harmonia com todas as criaturas como verdadeiros irmãos e irmãs.
“Venham para mim todos vocês que estão cansados de carregar o peso do seu fardo, e eu lhes darei descanso”. Atualmente o fardo que a natureza e toda criação carrega é justamente as ameaças da destruição e o abandona do projeto de amor de Deus manifestado na criação. Francisco descobriu que na cruz de Jesus é que nós criaturas podemos descobrir este projeto e este amor de Deus. Este fardo será aliviado quando o nosso coração está verdadeiramente aberto a uma comunhão fraterna, onde nenhuma criatura fica excluída desta fraternidade. Porque assim, Pai, foi do teu agrado.
Frei Gregório Joeright, ofm

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

FESTA SÃO MIGUEL ARCANJO

Na noite de ontem (30/09) a Área São Sebastião-Santíssimo, participou das festividades da comunidade São Miguel, no Maicá. Foi um belo momento de encontro e confraternização entre as comunidades da rede franciscana. Após a celebração eucarística, ainda participamos do arraial com deliciosas iguarias.