segunda-feira, 27 de junho de 2016

FORMAÇÃO LITÚRGICA

Na noite deste domingo (26/06) os comunitários do Santíssimo Sacramento tiveram um momento de formação sobre a liturgia. Membros das cebs, grupos e movimentos que exercem algum serviço na liturgia marcaram presença neste importanta momento. Inicialmente foi apresentado o calendário litúrgico com suas festas e tempos. logo após uma pequena conversa com os comentaristas e leitores sobre as técnicas da boa comunicação. Como este é um assunto riquíssimo ficou acordado que teremos outras reuniões para refletir parte por parte da celebração eucarística.





ENCONTRO DE CATEQUISTAS


No último sábado (25/06) os catequistas da Área São Sebastião-Santíssimo reuniram-se para mais um encontro de formação. Foi um momento de estudo e troca de experiências. Dando continuidade ao estudo sobre o Querigma, o anúncio fundamental da fé cristã. Sempre é necessário nos aprofundar neste anúncio querigmático e no conhecimento da pessoa de Jesus. Os nossos catequistas responderam o convite e ao final foi partilhado um delicioso lanche junino com mugunzá e bolo de macaxeira. 
Venha você também ser um catequista em nossa área!







quarta-feira, 8 de junho de 2016

ENCONTRO DO DÍZIMO - REGIÃO 1

Na noite desta última terça-feira (07/06) aconteceu mais um encontro com as equipes do dízimo da Região 1 de Pastoral. O encontro aconteceu no colégio Santa Clara e contou com a assessoria de Antônio Tatto, autor e palestrante nacional sobre a Pastoral do Dízimo. A Área São Sebastião-Santíssimo participou com muita animação e disposição e com grande número de missionários. Foi uma conversa animada que inspirou a atuação de nossos agentes da Pastoral da Partilha. Que Deus os abençoe na missão de viver e anunciar a partilha para todos.






segunda-feira, 6 de junho de 2016

ENCONTRO PASTORAL CATEQUÉTICA - DIOCESE DE SANTARÉM

Neste domingo (05/06) no Salão Paroquial de São Sebastião aconteceu o encontro da pastoral catequética da Diocese de Santarém. Contou com a participação de diversas lideranças das áreas da cidade da Diocese. As reflexões ficaram em torno do documento de Aparecida e a partir dele, olhar os passos da Iniciação à vida Cristã. Nossa área pastoral participou com 5 membros da coordenação de catequese da área. 








sexta-feira, 3 de junho de 2016

DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


A festa do Sagrado Coração de Jesus é comemorada no mês de Junho. E é uma das três solenidades do tempo comum dentro da liturgia da igreja católica, comemorada na segunda sexta- feira , após a festa de Corpus Christi. A devoção ao coração de Cristo tem um sólido fundamento na Escritura.O coração de Cristo é Cristo , Verbo encarnado e salvador.
A Idade Média foi uma época particularmente fecunda no desenvolvimento da devoção ao Coração do Salvador.Muitos foram os santos que aprofundaram o mistério do Coração de Cristo e a sua doutrina. Na época Moderna, o culto ao Sagrado Coração conheceu novos desenvolvimentos, que levaram as pessoas a buscarem muitas formas de devoção ao Sagrado Coração de Jesus, entre elas está a consagração pessoal; a consagração da família; a ladainha do Coração de Jesus; o ato de reparação e a prática das nove sextas-feiras do mês , cuja origem está na grande promessa feita por Jesus à Santa Margarida Maria Alacoque, que recebeu a missão de espalhar para o mundo a devoção ao Sagrado Coração ofendido pela ingratidão dos homens.
O coração de Jesus é o foco do amor.Celebrando este grande amor de Deus por nós, somos convidados a renovar nossa devoção a Jesus misericordioso e colocar nossa confiança em Jesus dizendo." Doce Coração de Jesus, fazei que eu vos ame cada vez mais. "
Antônia Torres

terça-feira, 31 de maio de 2016

DECLARAÇÃO DOS BISPOS DO OESTE DO PARÁ SOBRE OS IMPACTOS DOS PROJETOS NA BACIA DO TAPAJÓS

Nós, Bispos da Igreja Católica do Oeste do Pará, aproveitando nossa participação no Seminário sobre Impactos, Desafios e Perspectivas dos Grandes Projetos na Bacia do Tapajós, nos dias 23 e 24 de maio de 2016, queremos manifestar o nosso apoio a esta iniciativa e partilhar nossas preocupações e reflexões sobre assuntos tão delicados que afetam a vida de forma global e o ecossistema amazônico.
 
Parabenizamos o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal de Itaituba por ter convocado todos os segmentos da sociedade para um diálogo aberto e transparente. A sociedade civil e todos os órgãos das gestões públicas municipais, estaduais e federais desta rica e bela bacia do Tapajós mereciam esta oportunidade para debater sobre os grandes projetos que se estão implantando na região sem a devida discussão pública e inclusive com violação de direitos constitucionais, como por exemplo: a não realização de consulta prévia, livre e informada às populações indígenas e tradicionais. Trata-se de um modelo de desenvolvimento para região que vem sendo imposto pelo poder central do país sem a devida consulta à população da região, ignorando assim o direito das populações e autoridades locais de decidir o seu próprio desenvolvimento.
 
Concordamos com os princípios éticos afirmados e defendidos neste seminário, tais como:
·  a procura incansável do bem comum e da diminuição da desigualdade sócio-econômica, respeitando a diversidade cultural e ecológica;
·  o reconhecimento do direito das populações e autoridades locais de decidir sobre o modelo de desenvolvimento regional;
·   o desenvolvimento deve estar centrado no respeito ao ser humano e ao ecossistema que possibilita a vida para todos os seres e não no lucro das empresas e do capital financeiro;
·  o reconhecimento de que “somos administradores dos bens da criação” e que “não somos deuses para querermos nos impor às leis da natureza e da vida” (Juarez Munduruku);
·  que se tomem medidas efetivas e eficazes para evitar os impactos negativos já acontecidos onde se construiu hidrelétricas e outros grandes projetos;
·  que os estudos sobre os impactos sociais e ecológicos abranjam toda a bacia do Tapajós e não só a área a ser inundada por uma hidrelétrica;
·  não se submeter aos grandes projetos esperando converter em compensação socioambiental aquilo que o Estado está obrigado a realizar como políticas públicas de educação, de saúde e de preservação ambiental;
·  disciplinar e orientar a atividade garimpeira para que se evite que os resíduos sólidos e não sólidos da atividade mineral provoquem consequências desastrosas para vida do ser humano e dos ecossistemas;
·  que qualquer intervenção cogitada para a região leve em consideração o muito preocupante cenário das mudanças climáticas globais;
·  que os estudos levem em conta a alta presença de metais nocivos na bacia do Tapajós e que com a intervenção humana no ecossistema vão  multiplicar os efeitos desastrosos sobre a saúde das populações que aqui moram;
·  que o Estado faça respeitar a lei em relação à vida social, mas também que o próprio Estado respeite as leis, especialmente as relativas aos direitos dos povos e comunidades tradicionais - como a consulta prévia, livre e informada - e aos ecossistemas;
·  que a Amazônia não mais seja vista como uma colônia do exterior e do próprio Brasil. Por isso, que as riquezas extraídas do solo amazônico sejam convertidas em qualidade de vida para seu povo;
·  que se  respeite as leis ambientais para os grandes projetos, já enfraquecidas na prática, e não se aprove o Projeto de Lei do Senado nº 654/2015 que visa alterar a Lei 6.938/81 da Política Nacional do Meio Ambiente e instituir a licença ambiental única e a abolição das audiências públicas.
 
Esperamos que o respeito a estes princípios éticos possam nortear o desenvolvimento humano socioambiental que se almeja para esta região da bacia do Tapajós.
 
Lamentamos a ausência de algumas autoridades e de representantes de alguns órgãos governamentais envolvidos diretamente nesta questão. Auguramos que se façam presentes em iniciativas como esta para que não seja “um diálogo para nós mesmos”, mas seja um diálogo da sociedade civil afetada.
 
Que continuemos empenhados, todos nós, como nos alerta o Papa Francisco, pelo respeito e cuidado da casa comum, que nasce do reconhecimento do mistério e graça da criação e da humildade e bom senso que disto deriva. O próprio Papa Francisco em sua Encíclica Laudato Sì’ é quem orienta:
185. Em qualquer discussão sobre um empreendimento, dever-se-ia pôr uma série de perguntas, para poder discernir se o mesmo levará a um desenvolvimento verdadeiramente integral: Para que fim? Por qual motivo? Onde? Quando? De que maneira? A quem ajuda? Quais são os riscos? A que preço? Quem paga as despesas e como o fará? Neste exame, há questões que devem ter prioridade. Por exemplo, sabemos que a água é um recurso escasso e indispensável, sendo um direito fundamental que condiciona o exercício doutros direitos humanos. Isto está, sem dúvida, acima de toda a análise de impacto ambiental duma região.
186. Na Declaração do Rio, de 1992, afirma-se que, «quando existem ameaças de danos graves ou irreversíveis, a falta de certezas científicas absolutas não poderá constituir um motivo para adiar a adoção de medidas eficazes» que impeçam a degradação do meio ambiente. Este princípio de precaução permite a proteção dos mais fracos, que dispõem de poucos meios para se defender e fornecer provas irrefutáveis. Se a informação objetiva leva a prever um dano grave e irreversível, mesmo que não haja uma comprovação indiscutível, seja o projeto que for deverá suspender-se ou modificar-se. Assim, inverte-se o ônus da prova, já que, nestes casos, é preciso fornecer uma demonstração objetiva e contundente de que a atividade proposta não vai gerar danos graves ao meio ambiente ou às pessoas que nele habitam.”
 
Por isso, convidamos todas as comunidades desta bela e rica região do Oeste do Pará a cumprir com esmero esta responsabilidade social e cristã que é de todos na diversidade de competências e possibilidades.
 
Que o bom Deus nos abençoe e nos ajude a continuar em diálogo.  
 
Itaituba, 24 de maio de 2016.
 
 
 
Dom Frei Bernardo Johannes Bahlmann, OFM
Bispo da Diocese de Obidos
 
 
Dom Flávio Giovenale, SDB
Bispo da Diocese de Santarém
 
 
Dom Frei João Muniz Alves, OFM
Bispo da Prelazia do Xingu
 
 
Dom Frei Wilmar Santin, O.Carm.
Bispo da Prelazia de Itaituba

quarta-feira, 25 de maio de 2016

FESTA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO 2016

FESTA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Aconteceu nesta segunda-feira, como parte das Festividades do Santíssimo Sacramento, a Celebração Eucarística sob responsabilidade dos Grupos da RCC da Área, seguida do arraial com atrações muito especiais: Banda ângelus e PagoJufra. Momentos que vivenciamos de agradecimentos e compromissos de nossa comunidade. É muito bom vermos a alegria de anunciar Jesus Eucarístico de variadas formas. A participação intensa demonstra, por si só, como viver em comunidade. Traz, ainda, um significado importantíssimo para a vida, atrelada a vivência firme, comprometida e permanente no Evangelho.

Já ontem, terça-feira, tivemos em nossa comunidade a celebração por responsabilidade da Equipe do Dízimo, equipe comprometida na comunicação entre todos aqueles que partilham do que recebem na construção do projeto de amor e agradecimento a Deus. Isso se comprovou claramente em mais um ano. Pela segunda vez, após o momento celebrativo, tivemos um momento de comunhão fraterna, em que todos foram convidados a trazer algo para ser partilhado com todos, tendo participação fundamental das CEBs, Movimentos Eclesiais e as CEBs de nossa comunidade irmã São Sebastião. Envolvendo em único motivo: PARTILHAR. Difícil entender como viver em comunidade sem vivenciar a magnífica e essencial experiência da partilha. Quem conhece a Jesus e o seu projeto, não esquece jamais essa característica. Por isso envolvemo-nos no amor contínuo com o irmão, na certeza de que o Pão e o Vinho Eucarístico, o próprio Corpo e Sangue de Cristo, nos fortalece na caminhada e nos guia em missão.
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